Of Stripes and Claws...

"Tiger, tiger, burning bright In the forests of the night, What immortal hand or eye Could frame thy fearful symmetry?" William Blake

terça-feira, Dezembro 15, 2009



esticar as riscas...

sábado, Setembro 26, 2009

Não há nectarinas no outono?!!!!!
Então serei parte felina, parte fruto.


Tenho-me salpicada de fresco.
Escorrem-me cores pela pele e pelos bigodes...
O vento arrepia-me...húmida.
O sol já se escondeu atrás das minhas riscas.
E agora dou à luz a minha alma.
Até à anunciada estrela alva,
Fico-me quieta e no fio do medo.
E depois de nascer?
Estico-me e faço-me terra,
Para conceber o resto do mundo.
Tigre.

terça-feira, Setembro 08, 2009

Nas últimas brisas de sol, o dia espreguiça-se.
Eu estico-me e deixo as garras ao vento.
O tempo da vida de gata está-se a ir embora.
Mas eu fecho os olhos e ronrono até ouvir a campainha*

domingo, Setembro 06, 2009


"Take the world in a love embrace
Fire all of your guns at once
And explode into space"

quinta-feira, Agosto 27, 2009


TIGER, tiger, burning bright
In the forests of the night,
What immortal hand or eye
Could frame thy fearful symmetry?

In what distant deeps or skies
Burnt the fire of thine eyes?
On what wings dare he aspire?
What the hand dare seize the fire?

And what shoulder and what art
Could twist the sinews of thy heart?
And when thy heart began to beat,
What dread hand and what dread feet?

What the hammer? what the chain?
In what furnace was thy brain?
What the anvil? What dread grasp
Dare its deadly terrors clasp?

When the stars threw down their spears,
And water'd heaven with their tears,
Did He smile His work to see?
Did He who made the lamb make thee?

Tiger, tiger, burning bright
In the forests of the night,
What immortal hand or eye
Dare frame thy fearful symmetry?

William Blake

sábado, Fevereiro 02, 2008

Os beijos são como as cerejas...
A confiança, como a doce framboesa no verão...
O sonho, como a papoila no opaco inverno...
Mas os beijos...
Os beijos são como as cerejas*

domingo, Dezembro 02, 2007

Foi fácil acreditar que as minhas vidas e mundos eram pequenos e sem importância real..era tão mais fácil errar... Agora, consciente do meu território e dos meus desenganos, sou mais real na minha vergonha... mas assim...vejo me mais de perto, sem pudores ou subterfúgios que não me pertencem, vejo-me mais nua, e mais bela do que quando falava de um bem e harmonia que não sentia... é tão mais fácil... dizer adeus para sempre, do que benvindo outra vez...pela última vez...desta vez... é tão mais fácil.... ser eu a fingir... fingindo insónias, faltas e memórias... ou me sou como sou, feia em actos e bonita em intenções... deixar-me.... é tão mais fácil dormir*

homage

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